Se você é vegetariano(a), já deve ter dito aos quatro cantos que o vegetarianismo pode salvar o mundo.

Agora, se você não é, mas está pensando em virar, esse artigo é para você, já que servirá como uma espécie de “afirmação” para essa decisão.

Pesquisamos e separamos 3 pontos cruciais que apontam os benefícios do vegetarianismo e por quais mudanças o mundo passaria.

Carne x carro

Segundo uma pesquisa feita por estudantes de Harvard, uma família americana com 4 pessoas é responsável por emitir mais gases maléficos à saúde do que 2 carros.

E quando você lê “2 carros”, leia “rodando 5 dias por semana e 7 horas por dia”.

Isso acontece porque 30% de todas as emissões de gases que “fortalecem” o efeito estufa são oriundos da pecuária. Afinal, além do metano, é necessário reforçar que milhares de árvores são derrubadas para que sejam abertos espaços para a pastagem dos animais.

Agora, se você está se perguntando sobre o fato dos órgãos e imprensa colocarem a culpa nos carros, e não na carne, lembre-se que a pecuária é segundo serviço que mais dá lucros aos proprietários, perdendo apenas para o transporte.

Além disso, você vê as fumaças do seu carro saindo e sente o cheiro delas. Ou seja, é uma poluição “palpável” e com argumento plausível.

Sai carne, entra saúde

Marco Springmann, pesquisador da Universidade de Oxford e um dos líderes do programa Future of Food, tem contribuído com relatórios que mostram a incongruência dos alimentos, isto é, a diferença e resultados que causam uma dieta com carnes “equivocada e mortal”.

Com modelos computadorizados, Springmann simulou o que aconteceria se todas as pessoas do mundo se tornassem vegetarianas até 2050.

Dentre os resultados obtidos com essas simulações, haveria uma redução na mortalidade de 6 a 10%.

Isso aconteceria devido à diminuição de doenças cardiovasculares, diabetes, derrames e alguns tipos de câncer.

Tal redução aconteceria por dois motivos: a eliminação da carne e, consequentemente, aumento na ingestão de verduras, legumes e frutas.

Quanto mais, mais!

Esse ponto tem relação com os estudos do Springmann.

Na verdade, ele é, indiretamente, um complemento do que aconteceria.

Se menos pessoas morreriam ou ficariam doentes, mais dinheiro sobraria para assistir populações mais necessitadas.

Certo? Certo!

Com isso, mais de 3% do PIB mundial poderia ser destinado às melhorias e atendimentos de povos africanos e do Oriente-Médio, lugares onde a fome e descaso assolam.

Além disso, é sempre bom lembrar que mais de 25 mil pessoas morrem de fome todos os dias por falta de auxílio e desperdício, já que, segundo a FAO, 2 bilhões pessoas passam fome, sendo que, se fossem bem distribuídos, os alimentos seriam suficientes para alimentar mais de 9 bilhões de pessoas.

Em uma conta simples, com uma distribuição igualitária, no lugar de faltar, sobrariam alimentos.

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